Muitas
pessoas costumam empregar a palavra "bico
injetor" para as válvulas dos sistema de
injeção. Pois bem, as duas últimas
expressões estão corretas (válvula injetora
ou eletro-injetor). A primeira, embora
muitas pessoas o chamem assim, não pertence
ao sistema de injeção eletrônica de
combustível para motores a gasolina ou
álcool. Na verdade é um componente do motor
diesel.
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A válvula injetora
é um atuador do sistema de injeção
eletrônica. Ela é encarregada de
pulverizar o combustível na massa de
ar para que possa se dar a
combustão.
A válvula injetora ou eletro-injetor
é uma válvula do tipo agulha,
controlado por um eletro-imã ou
solenóide. Ao ser energizada, o
campo magnético criado no eletro-imã
atrai a válvula de agulha,
permitindo a abertura do injetor e
possibilitando a injeção do
combustível pressurizado.
A pressão do combustível no sistema
monoponto é de aproximadamente 1,0
BAR enquanto que nos motores
multiponto, esta pressão fica
próximo de 3,0 BAR. Como a pressão é
fixa, o tempo de injeção (durante em
que a válvula fica energizada)
determina a massa de combustível a
ser injetada. A abertura da válvula
é controlada pela unidade de comando
da injeção. |
A válvula injetora é um
atuador que trabalha com uma tensão de 12
volts. O positivo normalmente é via chave
(comutador de partida) e o negativo (terra)
é via unidade de comando.
Os bicos injetores são os
utilizados em motores diesel. Sua pressão de
trabalho é bem superior aos motores a
gasolina ou álcool.
A fase de pulverização do diesel na câmara
de combustão acontece com pressão altíssima,
em torno de 1600 BAR, ou seja, cerca de 1600
vezes o valor da pressão atmosférica.

Atualmente, os motores
diesel também possuem controle de injeção
eletrônica.
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