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O sensor de posição de borboleta tem
como função informar a unidade de comando sobre a posição
angular em que a borboleta de aceleração se encontra.
A unidade de comando utiliza essa
informação para realizar as seguintes estratégias:
| Posição
da borboleta |
Estratégia
da unidade de comando |
| Fechada |
marcha lenta |
| cut-off |
| dash pot |
| Mudança de posição |
aceleração rápida |
| Parcial aberta |
carga parcial |
| Totalmente aberta |
plena carga |
A unidade de comando ainda utiliza o
sinal angular da borboleta de aceleração para determinar a carga
do motor e assim, definir o avanço da ignição. Este método
somente é utilizado quando o sistema não possui o sensor de
pressão absoluta do coletor.
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O sensor de
posição da borboleta de aceleração é um potenciômetro
linear, cuja resistência se altera de acordo com o
movimento de um cursor sobre uma pista resistiva.
O cursor está ligado a um
eixo, solidário ao eixo da borboleta de aceleração.
Assim, com o movimento de abertura da borboleta, altera-se a
posição do curso sobre a trilha, alterando também a sua
resistência.
Diferente dos sensores de
temperatura, o sensor de posição de borboleta (também
chamado de TPS) possui três terminais, sendo um terra, um
sinal de referência (5 volts) e um sinal de retorna à
unidade de comando (valor variável entre 0 a 5 volts). |
Como nos demais sensores, o TPS fica
ligado em série com um resistor fixo na unidade de comando formando
um divisor de tensão. A diferença é que desta vez, a unidade lê
diretamente a tensão no sensor e não no resistor fixo, como era
feito nos sensores de temperatura.
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A unidade de
comando aplica uma tensão de referência de 5 volts na
linha do resistor fixo e potenciômetro (ligação série) o
que forma um divisor de tensão.
A soma das quedas de tensão
sempre será igual a tensão fornecida. Essa queda depende
diretamente do resistor fixo e o valor da resistência do
potenciômetro linear. |
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