Quando
damos partida num motor aquecido,
normalmente temos alguma dificuldade de
colocá-lo em funcionamento, porque o calor
irradiado para o coletor de admissão e para
o tubo distribuidor de combustível, provoca
evaporação da gasolina e dificulta a partida
a quente.
Para contornar esta dificuldade, nos motores
citados acima, a unidade de comando
mantêm-se energizada, mesmo com a ignição
desligada, por um período, numa estratégia
chamada "power latch".
Durante o "power latch" a unidade de comando
monitora as temperaturas do motor e do ar
para adotar procedimentos que assegure uma
partida, a quente, satisfatória. Estes
procedimentos, bem como a duração do "power
latch" depende do sistema de injeção
aplicado no veículo.
No sistema 1AVB a duração o "power latch" é
de 10 minutos e a estratégia da unidade para
garantir uma boa partida a quente é corrigir
a posição do motor de passo para que o motor
entre em funcionamento de imediato ao dar
partida. Já no sistema 1AVP a duração do "power
latch" é de 1 hora, tempo que a UC monitora
as temperaturas do motor e do ar para
determinar, através de um mapa especifico
presente em sua memória, a temperatura do
combustível. Com esta informação a UC adota
uma breve aceleração do motor, que depende
da temperatura do combustível, estando ela
limitada a 1.500 rpm. Isto objetiva
facilitar a sangria dos vapores do sistema
assegurando partida imediata mesmo com
temperaturas elevadas. |